A Empreitada Melindrosa
Sem nunca deixar de ser o seleccionador o alvo de todas as críticas – umas elogiosas, outras agrestes…-, por imperativo de justiça importa que o «chefe» quinhoe responsabilidades com outros elementos do seu «staff», quer técnico, quer médico.
Com meses a fio mergulhado nas observações dos potenciais convocados, umas consumadas de forma discreta outras… nem indiscreta, seria injusto, neste pico da competição, fazer incidir os holofotes da glória ou dos ódios avulsos sobre o seleccionador.
Nas fases finais dos Mundiais surgem jogadores – selecções… - com diferentes tipo de desgaste acumulado, podendo etiquetá-los deste modo:
- os que se limitam às competições dos próprios países, nos quais a exigência competitiva pode atingir diferentes expressões;
- os que alargam a sua prestação às competições europeias, embora, nestas, sem um grau de ambições elevado;
- os que habitam os melhores clubes europeus, sempre sujeitos a uma pressão viciante, porque o verbo vencer é uma constante.
A componente física surge, sem espanto, como factor altamente influenciador do que poderão fazer as equipas, é aqui que entra de forma BRUTAL a competência dos responsáveis pela condição física dos atletas, depois de receberem os jogadores em diferentes estados de saúde - uns relativamente saudáveis; outros convalescentes de diversas enxaquecas; outros, ainda, presos por arames.
É neste enquadramento que o preparador físico se pode tornar decisivo. Com pouco mais de trinta dias para preparar a «festa», esse tempo de melindrosa «empreitada» acaba por influenciar a «dança» que se pode limitar aos três jogos da fase inicial ou estender-se até ao sonho galopante dos sete jogos coroado com a final.
Na hora do acerto de contas, será importante não glorificar um único herói ou encontrar um só «cristo» para sacrificar. Nas fases finais dos Mundiais, os responsáveis pela condição física dos jogadores não podem viver escondidos na sombra. Para isso já bastaram muitos meses de férias douradas…
Com meses a fio mergulhado nas observações dos potenciais convocados, umas consumadas de forma discreta outras… nem indiscreta, seria injusto, neste pico da competição, fazer incidir os holofotes da glória ou dos ódios avulsos sobre o seleccionador.
Nas fases finais dos Mundiais surgem jogadores – selecções… - com diferentes tipo de desgaste acumulado, podendo etiquetá-los deste modo:
- os que se limitam às competições dos próprios países, nos quais a exigência competitiva pode atingir diferentes expressões;
- os que alargam a sua prestação às competições europeias, embora, nestas, sem um grau de ambições elevado;
- os que habitam os melhores clubes europeus, sempre sujeitos a uma pressão viciante, porque o verbo vencer é uma constante.
A componente física surge, sem espanto, como factor altamente influenciador do que poderão fazer as equipas, é aqui que entra de forma BRUTAL a competência dos responsáveis pela condição física dos atletas, depois de receberem os jogadores em diferentes estados de saúde - uns relativamente saudáveis; outros convalescentes de diversas enxaquecas; outros, ainda, presos por arames.
É neste enquadramento que o preparador físico se pode tornar decisivo. Com pouco mais de trinta dias para preparar a «festa», esse tempo de melindrosa «empreitada» acaba por influenciar a «dança» que se pode limitar aos três jogos da fase inicial ou estender-se até ao sonho galopante dos sete jogos coroado com a final.
Na hora do acerto de contas, será importante não glorificar um único herói ou encontrar um só «cristo» para sacrificar. Nas fases finais dos Mundiais, os responsáveis pela condição física dos jogadores não podem viver escondidos na sombra. Para isso já bastaram muitos meses de férias douradas…

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