O Povo Angolano
Na euforia das vitórias, não faltam destinatários para as merecer ou… reivindicar. Há como que uma repentina amálgama de razões que as tornaram possíveis, como se tudo se esgotasse no encanto mais ou menos espaventoso de um resultado que poucos julgariam possível.
Angola fez história, não no Mundial de futebol, mas no futebol do Mundo. O mais humilde dos presentes na Alemanha empertigou-se no seu orgulho e diponibilidade de sofrimento e partiu à desfilada em busca de uma resultado que fez estremecer de espanto as gentes do futebol.
É irrelevante quem tem legitimidade para chamar a si o quinhão maior de uma «vitória» que pulou as fronteiras angolanas e nos deixou a nós, portugueses, emocionados por uma pieguice irreprimível que tem como pilares um passado de fraternidade que hoje acreditamos poder projectar no amanhã.
Se calhar, com algum egoísmo, mas sem paternalismo, sentimos o espantoso empate de Angola como algo de nosso. Por isso o festejámos.
Mas volvidos os instantes que se seguiram e essa embriaguez de encanto, há como que uma força tremenda a puxar-nos para a VERDADE, identificando com rigor quem tem toda a força moral para sorver até à ultima gota a alegria escrita no relvado de Hannover – o povo angolano. Sobretudo aqueles que amarrotam os dias num desespero quase sem esperança e que têm nos «Palancas Negras» razões para sorrir e acreditar. Esses também foram heróis – porque resistem; porque acreditam; porque sonham. Força Angola!
Angola fez história, não no Mundial de futebol, mas no futebol do Mundo. O mais humilde dos presentes na Alemanha empertigou-se no seu orgulho e diponibilidade de sofrimento e partiu à desfilada em busca de uma resultado que fez estremecer de espanto as gentes do futebol.
É irrelevante quem tem legitimidade para chamar a si o quinhão maior de uma «vitória» que pulou as fronteiras angolanas e nos deixou a nós, portugueses, emocionados por uma pieguice irreprimível que tem como pilares um passado de fraternidade que hoje acreditamos poder projectar no amanhã.
Se calhar, com algum egoísmo, mas sem paternalismo, sentimos o espantoso empate de Angola como algo de nosso. Por isso o festejámos.
Mas volvidos os instantes que se seguiram e essa embriaguez de encanto, há como que uma força tremenda a puxar-nos para a VERDADE, identificando com rigor quem tem toda a força moral para sorver até à ultima gota a alegria escrita no relvado de Hannover – o povo angolano. Sobretudo aqueles que amarrotam os dias num desespero quase sem esperança e que têm nos «Palancas Negras» razões para sorrir e acreditar. Esses também foram heróis – porque resistem; porque acreditam; porque sonham. Força Angola!

0 Comentários:
Enviar um comentário
<< Home